Caminho das índias
Na contínua busca pela globalização das telenovelas, a atração do horário nobre da Globo e apresenta a todos os telespectadores “Caminho da Índia“. Com um recheio para lá de interessante, a novela das oito contar com personalidades, como Tony ramos, Isis Valverde, Mara Manzan, Cláudia Jimenez, Márcio Garcia e Marcello Antony. Um enredo marcado pela cultura e tradição indiana, Caminhos da Índia promete prosseguir com o sucesso de “A Favorita” e alcançar vôos mais altos até fora do país.
A novela Caminho das índias retrata uma cultura de um povo de costumes e hábitos diferente do nosso. È uma novela de bastante audiência que retrata realidades que muitas vezes acontece em nosso dia-a-dia.
Um dos capítulos que assistir, foi sobre Maya.
Não será nem Surya, nem Bahuan, a própria Maya é quem vai contar para Raj a verdade sobre a paternidade de Niraj. Depois que o marido a vê conversando com Bahuan, Maya decide abrir o jogo.
Ela conta que Bahuan era o homem com quem ela se relacionou antes de se casar e tenta se defender: “Eu não sabia. Quando me apaixonei por ele eu não sabia que ele era um dalit! E quando soube era tarde demais!” Raj fica revoltado com a mentira de Maya e diz que se sente traído pela esposa. Ele ameaça sair de casa, mas é detido por Maya: “Não vá, eu quero dizer tudo! Você não há de saber nada mais pela língua de ninguém!”
Raj não consegue imaginar o que a esposa tem mais para contar: “Ainda falta?” Maya continua contando a sua história até que diz: “Não acho bonito o que eu fiz. Mas eu sou humana. Tive medo por mim, tive medo pelo meu…” Raj pede que ela complete a frase e Maya fala: “Pelo meu filho!“ Ele logo entende tudo: “Então Niraj… Narrin… Narrin…” Sem acreditar, Raj pergunta para Maya com todas as letras se Niraj é filho do dalit. “Eu nunca senti como se fosse dele! No meu coração ele sempre foi seu”, Maya diz, confessando sua mentira.
Outro capitulo que assistir
Quando o suposto corpo do indiano chega à casa de Opash envolto na mortalha tradicional, toda a família se emociona.
“Raj!”, Maya grita e corre para o corpo. Ela cai de joelhos diante do morto e chora sem parar. “Você está viúva! Sua vida terminou”, comenta Nayana. Diante do olhar horrorizado de Camila duas mulheres quebram as pulseiras e os enfeites de Maya.
domingo, 20 de setembro de 2009
Mais sobre a tv brasileira
A novela que eu estou assistir é caminho das Índias, é uma novela que retrata várias culturas bastante diferentes do Brasil. Essa novela mostra fatos reais de costumes e tradições diferentes do que costumamos ver.
Discussão imagetica
A imagem apresentada pela professora representa algo velho que precisa dar oportunidade a novas fontes tecnológicas.
Os recursos tecnologicos cada vez mais tem nos ajudado,isso tudo só acontece devido aos avanços tecnológicos que estão cada vez mais avançados.A tecnológia vem nos ajudando no ramo da informação e em diversas fontes de conhecimentos.
Os recursos tecnologicos cada vez mais tem nos ajudado,isso tudo só acontece devido aos avanços tecnológicos que estão cada vez mais avançados.A tecnológia vem nos ajudando no ramo da informação e em diversas fontes de conhecimentos.
Relação imagem e texto
O que ela comunica?
Bom! Em meu ponto de vista os dois são bastante importantes para a nossa aprendizagem, basta que usemos de forma certa.
Quais as relações entre ela os textos que estudamos nesta unidade?
Na verdade os dois são uma fonte de conhecimento.
Neles os autores destacam importantes aspectos da relação entre os meios de comunicação e a escola.
Estão sendo de grande importância para a nossa aprendizagem. Quais idéias que mais lhe despertaram interesse?O que me chamou atenção porque comparar a TV com o livro?
O que mais me chamou atenção porque o livro não está nas mãos do rapaz e sim nos pés junto com a televisão.
Quais aquelas mais difíceis de compreender? Vamos discuti-las aqui?
Eu creio que a TV, porque se não usarmos de forma correta pode nos prejudicar.
Bom! Em meu ponto de vista os dois são bastante importantes para a nossa aprendizagem, basta que usemos de forma certa.
Quais as relações entre ela os textos que estudamos nesta unidade?
Na verdade os dois são uma fonte de conhecimento.
Neles os autores destacam importantes aspectos da relação entre os meios de comunicação e a escola.
Estão sendo de grande importância para a nossa aprendizagem. Quais idéias que mais lhe despertaram interesse?O que me chamou atenção porque comparar a TV com o livro?
O que mais me chamou atenção porque o livro não está nas mãos do rapaz e sim nos pés junto com a televisão.
Quais aquelas mais difíceis de compreender? Vamos discuti-las aqui?
Eu creio que a TV, porque se não usarmos de forma correta pode nos prejudicar.
Resenha critica
Universidade de Brasília - Unb
Universidade Aberta de Brasil UAB
Instituto de Artes Visuais – IdA – VIS - UNB
Acadêmico: Ana Maria de Sousa Furtado
Disciplina: Tecnologias contemporânea na escola 3
Professora: Ludmila de Araújo correia
Pólo: Feijó Acre
Tutor presencial: Nivaldo Rodrigues
Coordenador de pólo: Francisco da Silva Souza
Feijó-Acré Resenha
O filme conta a história de Truman Burbank, um vendedor de seguros, que vive desde o nascimento vigiado por câmeras de televisão, vinte e quatro horas por dia. Ele leva alegria e esperança para milhões de telespectadores em todo o mundo, sem saber que é a estrela de um reality show, mercadoria e vítima de um sistema dominador, que procura atender seus interesses, impondo um modelo social permeado por uma falsa e ilusória ideologia. É importante salientar, fundamentando-se na teoria crítica, a existência de duas perspectivas abordadas no filme: a do mundo conhecido por Truman, e a dos telespectadores do grande show. O programa é cria da indústria cultural, produzido do alto pelas instituições sociais dominantes, que determinam o processo de consumo, instaurando na audiência uma reação automática e irreflexiva perante àquilo a ser consumido. Esse fato pode ser observado nas cenas em que aparecem as garçonetes, os policiais, as duas senhoras e o rapaz da banheira, pois essas pessoas estão constantemente assistindo ao show, inclusive em seus locais de trabalho e no correr da noite, não demonstrando preocupação com o fato de Truman viver todos os dez mil novecentos e nove capítulos aprisionado para entretê-los e vender-lhes os variados gêneros de produtos circulantes no sistema de livre-mercado. Não são capazes de tomar decisões sem a intervenção de agentes externos (autonomamente) e passam a aderir acriticamente aos valores impostos e dominantes, difundidos pelos meios. Truman, por sua vez, é a personificação dessas pessoas. Vive em um mundo controlado, onde produtores se conjugam harmonicamente, determinando os padrões de consumo, tendo como objetivos principais a venda de mercadorias e o lucro acima de tudo, não importando a qualidade do produto, nem se estão sendo dignos com a humanidade e a sociedade. Não importa como Truman se sinta, ele faz parte desse modelo forçado e assim deverá permanecer. Eis aqui um ponto fundamental do filme, mostrando algumas das fragilidades da teoria crítica. No desenrolar do filme, o diretor vai deixando transparecer um contato feito, em capítulos anteriores, entre Truman e Sylvia. Ela tentou alertá-lo sobre a condição vivida por ele e por isto foi expulsa. Desde então, Truman começa a amadurecer um desejo de encontrá-la, de viajar para conhecer outros lugares. Isto mostra que os indivíduos não são totalmente desprovidos de autonomia, consciência e capacidade de julgamento, como previa a teoria crítica, nem que a mentalidade das massas é algo imutável. O indivíduo, a partir de um conflito interno, passa a refletir acerca do todo criado, age unidimensionalmente, buscando, conforme Marcuse (apud Guareschi, 1991:59), afirmar, “a partir de sua interioridade”, um mundo possível, eternamente superior e essencialmente diferente do mundo real. Os produtores do show fazem de tudo para tirarem essa possibilidade de emancipação, tentam instaurar o medo através do rádio e da televisão e, até por meio de cartazes, alertando para o perigo de doenças, ataques terroristas e desastres naturais. Cristhof, principal responsável pela criação do mundo de Truman, foi perguntado, em uma entrevista para a televisão externa, o porquê de Truman nunca ter chegado perto de sair, de descobrir a natureza real do seu mundo.
Fonte de pesquisa: www.overmundo.com.br/... /truman-em-busca-da-liberdade -
Universidade Aberta de Brasil UAB
Instituto de Artes Visuais – IdA – VIS - UNB
Acadêmico: Ana Maria de Sousa Furtado
Disciplina: Tecnologias contemporânea na escola 3
Professora: Ludmila de Araújo correia
Pólo: Feijó Acre
Tutor presencial: Nivaldo Rodrigues
Coordenador de pólo: Francisco da Silva Souza
Feijó-Acré Resenha
O filme conta a história de Truman Burbank, um vendedor de seguros, que vive desde o nascimento vigiado por câmeras de televisão, vinte e quatro horas por dia. Ele leva alegria e esperança para milhões de telespectadores em todo o mundo, sem saber que é a estrela de um reality show, mercadoria e vítima de um sistema dominador, que procura atender seus interesses, impondo um modelo social permeado por uma falsa e ilusória ideologia. É importante salientar, fundamentando-se na teoria crítica, a existência de duas perspectivas abordadas no filme: a do mundo conhecido por Truman, e a dos telespectadores do grande show. O programa é cria da indústria cultural, produzido do alto pelas instituições sociais dominantes, que determinam o processo de consumo, instaurando na audiência uma reação automática e irreflexiva perante àquilo a ser consumido. Esse fato pode ser observado nas cenas em que aparecem as garçonetes, os policiais, as duas senhoras e o rapaz da banheira, pois essas pessoas estão constantemente assistindo ao show, inclusive em seus locais de trabalho e no correr da noite, não demonstrando preocupação com o fato de Truman viver todos os dez mil novecentos e nove capítulos aprisionado para entretê-los e vender-lhes os variados gêneros de produtos circulantes no sistema de livre-mercado. Não são capazes de tomar decisões sem a intervenção de agentes externos (autonomamente) e passam a aderir acriticamente aos valores impostos e dominantes, difundidos pelos meios. Truman, por sua vez, é a personificação dessas pessoas. Vive em um mundo controlado, onde produtores se conjugam harmonicamente, determinando os padrões de consumo, tendo como objetivos principais a venda de mercadorias e o lucro acima de tudo, não importando a qualidade do produto, nem se estão sendo dignos com a humanidade e a sociedade. Não importa como Truman se sinta, ele faz parte desse modelo forçado e assim deverá permanecer. Eis aqui um ponto fundamental do filme, mostrando algumas das fragilidades da teoria crítica. No desenrolar do filme, o diretor vai deixando transparecer um contato feito, em capítulos anteriores, entre Truman e Sylvia. Ela tentou alertá-lo sobre a condição vivida por ele e por isto foi expulsa. Desde então, Truman começa a amadurecer um desejo de encontrá-la, de viajar para conhecer outros lugares. Isto mostra que os indivíduos não são totalmente desprovidos de autonomia, consciência e capacidade de julgamento, como previa a teoria crítica, nem que a mentalidade das massas é algo imutável. O indivíduo, a partir de um conflito interno, passa a refletir acerca do todo criado, age unidimensionalmente, buscando, conforme Marcuse (apud Guareschi, 1991:59), afirmar, “a partir de sua interioridade”, um mundo possível, eternamente superior e essencialmente diferente do mundo real. Os produtores do show fazem de tudo para tirarem essa possibilidade de emancipação, tentam instaurar o medo através do rádio e da televisão e, até por meio de cartazes, alertando para o perigo de doenças, ataques terroristas e desastres naturais. Cristhof, principal responsável pela criação do mundo de Truman, foi perguntado, em uma entrevista para a televisão externa, o porquê de Truman nunca ter chegado perto de sair, de descobrir a natureza real do seu mundo.
Fonte de pesquisa: www.overmundo.com.br/... /truman-em-busca-da-liberdade -
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